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quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Riviera Francesa

É a próxima estação. Quatro horinhas de trem daqui. Vamos eu e Fabi, minha super prima/amiga. Será o último grito das férias,o último suspiro. Semana que vem estou de volta e contarei tudo por aqui.

Segue o roteiro:

Nice



Saint Tropez



Marseille



Cassis

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terça-feira, 9 de setembro de 2008

Bruxelas

Não podia faltar, claro, Bruxelas, a cidade que nos acolheu por esses 6 dias pela Bélgica.

La Grand Place










O menino que teria apagado um incêndio em Bruxelas com o seu pipi. Lenda da cidade.

E visto que esfriou, vestiram o menino.

Muitas cervejas são feitas por lá. Para quem gosta, o lugar é um paraíso!

Museu Real das Belas Artes de Bruxelas, interno.


Catedral de São Miguel e Santa Gudula

Ruas de Bruxelas



Entardecer
À noite.





Três continentes: Ásia, América e Europa.

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segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Antuérpia


Outra bela cidade que conhecemos na Bélgica, a Antuérpia. Cidade portuária que se situa à beira do rio Escalda, a 90 quilômetros do mar do norte. A cidade usufrui de uma vantajosa posição geográfica.

Adorei ver os inúmeros Mercúrios espalhados pela cidade. Obviamente, o deus da comunicação, do comércio e das trocas é homenageado por lá.

O nome da cidade tem origem em uma lenda. Segundo ela, nos tempos de Júlio César, o terrível gigante Druoon Antigoon vivia em um castelo ao longo do rio Escalda. Para poder passar pelo rio, todo o capitão de navio devia pagar a ele um pedágio, uma taxa bem alta. Quem não podia pagar, perdia a mão.Até que um belo dia o capitão romano Salvius Brabo se rebelou contra esse abuso. Assim teve início uma luta furiosa ao final da qual, Brabo derrrotou o robusto gigante, lhe cortou a mão esquerda e a jogou no rio Escalda.

E é daí que surge o nome Antuérpia. Antwerpen: "Hands" (mão) e "werpen" (jogar).

Não é preciso pensar muito para intuir que a lenda deve ter origem num acontecimento verdadeiro.



Outro Mercúrio


Castelo na beira do rio Escalda



No canto, à direita do castelo, tem um gigante oprimindo dois homens e na mão dele, atrás, tem uma saquinho de moedas. Outra representação da opressão por taxas.

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sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Dinant

Dinant foi outra cidadezinha muito linda que conhecemos na Bélgica. Tem 13 mil habitantes e fica ao longo do rio Mosa, na parte francófona do país. Três coisas chamam a atenção na cidade: a Catedral em pedra negra, o rio e a Citadella, ou fortaleza militar, no topo de uma rocha. O nome da cidade tem a ver com a função econômica que ela tinha, pois dinanteria são os objetos trabalhados em metal.










Foto de cima da Citadella



Dentro da fortaleza, encenação da forja dos metais.



Conhecemos essa maravilha de cidade graças à indicação do Professor Amaral, professor do Marcelo na Engenharia, que viveu 6 anos na Bélgica e conhece todas as belezas por lá.
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Bruges

Nosso vídeo amador!

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Bruges

Voltamos ontem de viagem, na madrugada de hoje para ser mais precisa. Mudamos um pouco o roteiro inicial. Não fomos à Dunquerque e fomos à Antuérpia. Gostei muito da Bélgica. Nos divertimos bastante por lá, apesar da chuva, do vento e do frio. Outra coisa: apesar de não curtir muito cerveja, a de lá é tão boa que bebi todos os dias. Isso sem falar no waffle que é uma delícia.

Vou começar por Bruges. Esta cidadezinha pertence à região de Flanders ocidental. Seu centro histórico medieval foi tombado como patrimônio da humanidade pela Unesco.

As imagens falam por si mesmas.

Canais que circundam o centro histórico



Chegando na Praça do Mercado







Tudo é muito rico em detalhes

Prédio em estilo barroco

No topo, a deusa da justiça equilibrando os opostos com a sua balança no fio da navalha da espada.




Ao dobrar uma esquina, mais beleza.



Aqui, uma escultura em ferro de Leda, Zeus, Prometeu acorrentado e o cavalo Pégasus. A Leda, muito voluptuosa, foi seduzida por Zeus que se apresenta em forma de cisne.




Lindinha, não? Amanhã, escrevo aqui sobre Dinant.

A domani!
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quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Venho sentindo no vento o cheiro da nova estação...


Recebi agora há pouco de um amigo muito querido este texto do Osho. Simplesmente amei! Dolorosa e felizmente amei! Compartilho com àqueles que SIGNIFICAM suas experiências, sejam elas boas ou más.

A existência nunca é contra você

O segredo da total aceitação é o segredo do absoluto sucesso; você não pode fracassar. Não há poder no mundo que possa fazer de você um fracasso, porque mesmo no fracasso, você estará dançando e festejando.

Transforme cada oportunidade em algo criativo e belo. Eu não gostaria que você ficasse com essa idéia ilusória de que pode continuar permanentemente no mesmo estado mental; isso é possível apenas se você estiver morto. Se você está vivo, os climas irão mudar, as estações irão mudar; e você terá que aprender através de invernos, através de verões, através de chuvas. Você terá que passar através de todas essas estações com uma dança em seu coração, sabendo perfeitamente bem que a existência nunca é contra você.

Então o que quer que ela lhe dê... pode ser amargo, mas é remédio. Pode não parecer doce no início, mas finalmente você verá que lhe proporcionou algo que apenas um único estado mental não poderia ter lhe dado.

Sendo assim, o que quer que esteja acontecendo, é bom. Vá com calma. Isso não é para sempre, isso também vai mudar. Mas não faça nenhum esforço para mudar. Deixe isso com a existência.

É a isto que chamo de confiança. A existência é mais sábia que você e irá proporcionar-lhe todas as oportunidades necessárias para o seu crescimento.

Osho, The New Dawn, # 2
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sexta-feira, 29 de agosto de 2008

De malas prontas!

No roteiro

Bruxelas:



Bruges:


Dinant:



Dunkerque:



Na volta, conto tudo por aqui.

Alla prossima!
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quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Buona fortuna?


Esta semana estou sozinha em casa, pois o Marcelo foi para um congresso de doutorandos na Bélgica. Sozinha aqui no meu infinito particular estava enviando good vibrations a ele, pois hoje é o dia que ele apresenta o seu projeto lá. Pensei em italiano: Buona Fortuna, mas depois pensei:

Não!

A Fortuna é uma deusa muito ambígua. A deusa romana não era considerada uma deusa justa e quando alguém desejava invocar justiça e perseverança, não invocava à Fortuna, mas à própria diligência e operosidade.

A Fortuna é inconstante como a Lua, como diria já a introdução de "Ó Fortuna" de Carmina Burana:

"O Fortuna,
velut Luna
semper crescis
aut decrescis
rota tu volubilis "

"Ó Fortuna
assim como a Lua
tu és mutável
sempre cresce ou decresce
tu, roda que gira!"

Na Roma antiga, de fato, essa deusa era cultuada a fim que nada de ruim acontecesse, já que ela era considerada fonte de bem-estar, mas também de inumeráveis e intermináveis desgraças. Os grecos a chamavam de Tyche, ou seja, "aquilo que acontece". Os gregos consideravam que a Fortuna fosse uma das inumeráveis filhas de Tétis e de Oceano, ou uma filha de Zeus, sempre disposta a seguir os movimentos imprevisíveis de uma bola, como a fortuna dos homens. Lembrei do Harry Potter buscando a bolinha de ouro no jogo de Quidditch. O time que consegue pegá-la vence o jogo, praticamente.

Ao olhar para essa representação da Roda da Fortuna se percebe que, enquanto uns sobem e outros estão no topo, o restante ou cai ou está caído já.

 

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