Segue o roteiro:
Nice

Saint Tropez

Marseille

Cassis






Chegando na Praça do Mercado

A Fortuna é inconstante como a Lua, como diria já a introdução de "Ó Fortuna" de Carmina Burana:
"O Fortuna,
velut Luna
semper crescis
aut decrescis
rota tu volubilis "
"Ó Fortuna
assim como a Lua
tu és mutável
sempre cresce ou decresce
tu, roda que gira!"
Na Roma antiga, de fato, essa deusa era cultuada a fim que nada de ruim acontecesse, já que ela era considerada fonte de bem-estar, mas também de inumeráveis e intermináveis desgraças. Os grecos a chamavam de Tyche, ou seja, "aquilo que acontece". Os gregos consideravam que a Fortuna fosse uma das inumeráveis filhas de Tétis e de Oceano, ou uma filha de Zeus, sempre disposta a seguir os movimentos imprevisíveis de uma bola, como a fortuna dos homens. Lembrei do Harry Potter buscando a bolinha de ouro no jogo de Quidditch. O time que consegue pegá-la vence o jogo, praticamente.
Ao olhar para essa representação da Roda da Fortuna se percebe que, enquanto uns sobem e outros estão no topo, o restante ou cai ou está caído já.
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