Sugestão da Carol para cantarolar com o dia! :-)
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quinta-feira, 27 de maio de 2010
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Shiny happy people
Sexta-feira por si só já é pura animação, né? Pra grande maioria das pessoas é. E hoje com a Lua Sagitariana sorrindo para Marte em Leão, a animação tá garantida. 'Shiny happy people laughing and' holding hands..' Som na caixa, mané!
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terça-feira, 20 de abril de 2010
O Canto alegretense no Teatro São Pedro, tchê!
Báh, quer mais tradicional que isso? Sol em Touro e Lua em Câncer conecta a gente com as próprias tradições, né não? Com o lugar de onde viemos. Com aquilo que nos distingue, que distingue a nossa terra de todas as outras. E a gauchinha, aqui, se arrepia, sempre que ouve esta.
Adorei a repaginada, só ficou faltando a gaita...Cadê a gaita, guri?
E você aí, que tal deixar nos comentários uma música uma poesia, algo que distinga você e sua terra de todas as outras, que evoque memórias? Você põe ali nos coments e eu publico aqui.
Abaixo segue a bela letra do Canto Alegretense de Neto Fagundes.
Não me perguntes onde fica o alegrete
Segue o rumo do teu próprio coração
Cruzarás pela estrada algum ginete
E ouvirás toque de gaita e de violão
Pra quem chega de Rosário ao fim da tarde
Ou quem vem de Uruguaiana de manhã
Tem o sol como uma brasa que ainda arde
Mergulhado no rio Ibirapuitã
Ouve o canto gauchesco e brasileiro
Desta terra que eu amei desde guri
Flor de tuna, camoatim de mel campeiro
Pedra moura das quebradas do Inhanduí
E na hora derradeira que eu mereça
Ver o sol alegretense entardecer
Como os potros vou virar minha cabeça
Para os pagos no momento de morrer
E nos olhos vou levar o encantamento
Desta terra que eu amei com devoção
Cada verso que eu componho é um pagamento
De uma dívida de amor e gratidão
Ouve o canto gauchesco e brasileiro
Desta terra que eu amei desde guri
Flor de tuna, camoatim de mel campeiro
Pedra moura das quebradas do Inhanduí
............................................................................................................................................
A Shin Tau aceita aceita o desafio e para honrar Touro, escolhe Natália Correia, da terra do seu Pai.
Nuvens correndo num rio
Quem sabe onde vão parar?
Fantasma do meu navio
Não corras, vai devagar!
Vais por caminhos de bruma
Que são caminhos de olvido.
Não queiras, ó meu navio,
Ser um navio perdido.
Sonhos içados ao vento
Querem estrelas varejar!
Velas do meu pensamento
Aonde me quereis levar?
Não corras, ó meu navio
Navega mais devagar,
Que nuvens correndo em rio,
Quem sabe onde vão parar?
Que este destino em que venho
É uma troça tão triste;
Um navio que não tenho
Num rio que não existe.
Natália Correia
.......................................................................................................................................
Daniela70 diz: De música que me faz chorar e me lembra minha família, só O Sole Mio. Meu avô traduzia a letra pra mim e falava do amor com um brilho nos olhos que lembro até hoje. Era um italiano apaixonado e passional. Ele criou toda uma dinastia assim. Aiuto! :p
Do Sandro: Essas são para o Rio minha cidade pós-maravilhosa! para o Rio de Janeiro:
E ainda do Sandro: Rio 40°C
A Tili Oliveira não resistiu e mandou 'o vídeo com a querida "São, São Paulo", de Tom Zé. Minha querida Sampa é assim: dor e amor se misturam.'
Da Rôsângela, um poema de João de Cunha Vargas, musicado por Vitor Ramil.
'Deixando o Pago'
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Adorei a repaginada, só ficou faltando a gaita...Cadê a gaita, guri?
E você aí, que tal deixar nos comentários uma música uma poesia, algo que distinga você e sua terra de todas as outras, que evoque memórias? Você põe ali nos coments e eu publico aqui.
Abaixo segue a bela letra do Canto Alegretense de Neto Fagundes.
Não me perguntes onde fica o alegrete
Segue o rumo do teu próprio coração
Cruzarás pela estrada algum ginete
E ouvirás toque de gaita e de violão
Pra quem chega de Rosário ao fim da tarde
Ou quem vem de Uruguaiana de manhã
Tem o sol como uma brasa que ainda arde
Mergulhado no rio Ibirapuitã
Ouve o canto gauchesco e brasileiro
Desta terra que eu amei desde guri
Flor de tuna, camoatim de mel campeiro
Pedra moura das quebradas do Inhanduí
E na hora derradeira que eu mereça
Ver o sol alegretense entardecer
Como os potros vou virar minha cabeça
Para os pagos no momento de morrer
E nos olhos vou levar o encantamento
Desta terra que eu amei com devoção
Cada verso que eu componho é um pagamento
De uma dívida de amor e gratidão
Ouve o canto gauchesco e brasileiro
Desta terra que eu amei desde guri
Flor de tuna, camoatim de mel campeiro
Pedra moura das quebradas do Inhanduí
............................................................................................................................................
A Shin Tau aceita aceita o desafio e para honrar Touro, escolhe Natália Correia, da terra do seu Pai.
Nuvens correndo num rio
Quem sabe onde vão parar?
Fantasma do meu navio
Não corras, vai devagar!
Vais por caminhos de bruma
Que são caminhos de olvido.
Não queiras, ó meu navio,
Ser um navio perdido.
Sonhos içados ao vento
Querem estrelas varejar!
Velas do meu pensamento
Aonde me quereis levar?
Não corras, ó meu navio
Navega mais devagar,
Que nuvens correndo em rio,
Quem sabe onde vão parar?
Que este destino em que venho
É uma troça tão triste;
Um navio que não tenho
Num rio que não existe.
Natália Correia
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Daniela70 diz: De música que me faz chorar e me lembra minha família, só O Sole Mio. Meu avô traduzia a letra pra mim e falava do amor com um brilho nos olhos que lembro até hoje. Era um italiano apaixonado e passional. Ele criou toda uma dinastia assim. Aiuto! :p
Do Sandro: Essas são para o Rio minha cidade pós-maravilhosa! para o Rio de Janeiro:
E ainda do Sandro: Rio 40°C
A Tili Oliveira não resistiu e mandou 'o vídeo com a querida "São, São Paulo", de Tom Zé. Minha querida Sampa é assim: dor e amor se misturam.'
Da Rôsângela, um poema de João de Cunha Vargas, musicado por Vitor Ramil.
'Deixando o Pago'
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Somewhere over the rainbow
Sexta-feira é um dia que trabalho em casa, que pego leve comigo mesma e desfruto de um dia mais tranquilo, sem trânsito, sem o agito de Milão. Só euzinha e meus espaços para cultivar sonhos. Ah, a beleza dos Alpes e o ar puro de Novara, me fazem companhia.
Aqui, faz um dia lindo, ensolarado e estamos sob uma temperatura de 14° C. E isso é já o paraíso, creiam-me.
Por isso, por esta Lua taurina no céu e por mais um tantão de outras coisas, som na caixa:
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Aqui, faz um dia lindo, ensolarado e estamos sob uma temperatura de 14° C. E isso é já o paraíso, creiam-me.
Por isso, por esta Lua taurina no céu e por mais um tantão de outras coisas, som na caixa:
terça-feira, 2 de março de 2010
Durezas e belezas desta vida
Foto via @vilaoooo Link Ninja
Lua em Libra equilibrando-se no céu. E quero falar de durezas e belezas. Li, dia desses, no New York Times, um artigo que explicava de forma muito simples e certa, me pareceu, o porquê de tantas chuvas, neve e frio (aqui no norte e no sul também). Ele dizia que, com o aumento da temperatura em 4 °C nos oceanos, a água evapora mais e em maior quantidade e fica presa na atmosfera. Bom, uma hora tudo que sobre tem que descer e isso tudo desce em forma de neve e chuva, claro. E a umidade também contribui para a diminuição da temperatura no inverno.
Doido não? A nossa casa, o planeta, precisa definitivamente de cuidados. Tanta chuva aqui e acolá, tempestades agora na França e sem falar nos terremotos. Digo e repito: fica aqui meu respeito ao lado escuro da terra e minhas orações a quem delas precisa.
Agora, quero falar de belezas, de arte e de humor, porque rir nos salva da loucura. Para os dias de chuva: guarda-chuva e para alegrar os olhos e a alma, dêem um pulinho no Blog do Marcello Dalla. Lindo, profundo, artístico, estiloso e bem humorado.
E a Lua em Libra saiu daqui agora dizendo que a vida realmente não está sopa, mas ...
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Racconto do dia 29: irmão do perfume
Queria um perfume que fosse irmão da respiração. A Lua brincava em Gêmeos, no céu. Signo que rege os pulmões. Os pulmões são dois. A vida é sopro, pensamento que vai e vem, o ar que entra e sai. Mas sem dispersão, pois a Lua sorria para Saturno. Movimento ordenado. Movimento sem fim. Bom para o comércio, conversas e coisas afins - dizia o jornal.
Ganhou um beijo safado no coração. Alegre e colorido como Barcelona. Sagrado e profano como as tetas da Gal. Intenso e curador. Para amaciar o amor, para aprender da dor e portar consigo o acalento, durante a espera do que ainda não se revelou. O tempo e os limites como mestres de quem assim os vê. Sem fórmulas. Sem pressa. E dançando com a incoerência.
Tirou um biscoitinho da sorte, nele dizia: não existe a melhor escolha, existem escolhas, mais o delírio do destino.
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Ganhou um beijo safado no coração. Alegre e colorido como Barcelona. Sagrado e profano como as tetas da Gal. Intenso e curador. Para amaciar o amor, para aprender da dor e portar consigo o acalento, durante a espera do que ainda não se revelou. O tempo e os limites como mestres de quem assim os vê. Sem fórmulas. Sem pressa. E dançando com a incoerência.
Tirou um biscoitinho da sorte, nele dizia: não existe a melhor escolha, existem escolhas, mais o delírio do destino.
terça-feira, 21 de outubro de 2008
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
Chico Buarque e Caetano Veloso - Tatuagem/ Esse Cara
A Vênus chegou em Escorpião e apaixonou-se profunda e intensamente. Que tal a trilha sonora para acompanhar o movimento do Baile no Céu?
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
segunda-feira, 14 de julho de 2008
sexta-feira, 13 de junho de 2008
Giovanni Allevi - Back to Life (live)
O post abaixo fala de Giovanni Allevi. Neste aqui vocês poderão escutar um pouco da música dele.
terça-feira, 10 de junho de 2008
La musica in testa e nel cuore
Dia desses entrei em contato com a música Giovanni Allevi, um jovem artista italiano, cuja paixão é o pianoforte. Isso porque estava vendo um programa aqui que se chama La Storia siamo noi - programa esse que apresenta escritores e seus livros recém escritos-, cujo intuito é debater o tema de um livro junto ao seu escritor. Durante a transmissão, entre tocar o pianoforte e falar do seu livro La musica in testa, o jovem pianista a um certo ponto disse mais ou menos o seguinte: "Não é preciso ter medo de romper as regras, se é nosso coração a pedir. Nem é preciso ter medo de desestabilizar um sistema: está na sua natureza a necessidade de mudar. Mas sobretudo é preciso sempre encontrar a coragem de expor-se , de ousar, de pôr-se em jogo: é um dever do artista!"
No mesmo momento pensei: Marte em Leão no céu! (Marte entrou em Leão no inicio do mês de maio e fica ali até o iniciozinho de julho). Leão, o regente da nossa casa 5 do mapa astrológico, impele à ousadia. Isso porque a casa 5 fala das nossas criações. Essa casa mostra como nos expressamos, ousamos, namoramos, temos ou não filhos. Essa casa requer um tanto de coragem.
Um artista precisa de muita coragem, pois uma criação, seja ela qual for, depois de parida ganha vida própria. Marte, o deus guerreiro, por sua vez, quando chega num signo, intensifica as características desse signo. Passa a haver uma grande necessidade de expressão.
E Leão, o signo do coração, entrou na fala do artista. Isso porque todo artista é, ao seu modo, apaixonado. E a paixão os move.
Ele contou que sofria de grave síndrome do pânico e , quando criança, e depois adolescente, sempre foi tímido e desengonçado.
Hoje, ele continua sendo desengonçado. Charmosamento desengonçado. E disse que a música e o grande desafio de começar a apresentar seu trabalho, o ajudaram a lidar com as crises de pânico.
Ah...fazer arte é mais do que simplesmente ousar: é, no processo criativo, lidar e superar conflitos, é jogar com misteriosos arcanos, que estão muito além de um sistema.
A arte cura e, sobretudo, emociona!
domingo, 8 de julho de 2007
Debaixo d'água ( mas tinha que respirar)
Debaixo dágua tudo era mais bonitomais azul mais colorido
só faltava respirar
Mas tinha que respirar
Debaixo dágua se formando como um feto
sereno confortável amado completo
sem chão sem teto sem contato com o ar
Mas tinha que respirar
Todo dia
Todo dia, todo dia
Debaixo dágua por encanto sem sorriso e sem pranto
sem lamento e sem saber o quanto
esse momento poderia durar
Mas tinha que respirar
Debaixo dágua ficaria para sempre ficaria contente
longe de toda gente para sempre
no fundo do mar
Debaixo dágua protegido salvo fora de perigo
aliviado sem perdão e sem pecado
sem fome sem frio sem medo sem vontade de voltar
Mas tinha que respirar...
Letra de Arnaldo Antunes, canta Maria Bethania
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