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sábado, 24 de abril de 2010

Sol em Touro e Vênus em Gêmeos: luxo fatal da Christina!

A Revista norte americana 'Esquire' elegeu a atriz Christina Hendricks a mulher mais sexy do mundo.

Christina é taurina com Vênus em Gêmeos. Ahá, e Vênus ingressa Gêmeos neste domingão. Vênus em Gêmeos para a gente amar o conhecimento, amar descobrir o mundo, curiosar. Brincar, trocar idéias, fazer humor. Vênus em Gêmeos borboleteando por aí e por aqui, beijando flores.

E Sol em Touro e Lua em Gêmeos resultam, segundo DONNALYN’S ASTRO-GUIDE TO VENUS, STYLE & PARTY FASHIONS! , na legítima mulher fatal. Como a Christina. Quente e estilosa. Intensa e leve, também. E Christina interpreta esta fêmea na pele de Joan da série Mad Man, da HBO. Mad Man, para quem não conhece, é uma série ambientada na Nova York dos anos 60, que  mostra as grandes transformações ocorridas nos Estados Unidos, naquela época. Transformações políticas e sociais, tais como, a dicotomia política entre John Kennedy e Richard Nixon. Ou entre os estilos Jackie e Marlyn. Também a questão racial e a revolução feminina

A série é excelente. E é muito bem feita, nos seus mínimos detalhes, em toda sua reconstrução histórica. A série de Matthew Weiner ganhou, por três anos consecutivos, o Golden Globe pela melhor série dramática. Recomendo muito. Os personagens são complexos, não se revelam tão facilmente e o visual da série é maravilhoso, principalmente o visú das mulheres. É interesse ver também como, do ponto de vista histórico, a revolução feminina ocorreu há 1 milésimo de segundo atrás.

Joan, na série, é a secretária chefe da Sterling Cooper, na Madison Avenue. E é uma secretária pra lá de sexy. Veja-a na foto abaixo, a de vestido verde musgo. Na série, eu diria que ela poderia ser perfeitamente uma taurina com Vênus em Gêmeos, também. Ela tem uma voz doce, sensual e ela canta, inclusive. Trabalha numa agência de publicidade, nada mais geminiano do que isso. É linda e usa o cinturão da Vênus em Gêmeos como ninguém, com muito jogo de cintura e humor. Mas ela tem também um 'quê', ou melhor, muitos 'quês' de Escorpião. O humor dela é sarcástico, ela é perspicaz, competentíssima, capaz de administrar e resolver as situações mais complicadas, tudo com plena consciência do poder sexual que exerce sobre os homens. Ela sabe controlar as situações, sabe calar-se. É profunda e extremamente magnética. 


Recomendo muito!

E já que a Vênus entrou em Gêmeos, este texto seguirá escrito por mais outras duas mãos: As da Ana Xavier do Feelingsofuckingpretty  E que tal cuidar das mãos, hein?

A Ana nos dá sugerimento de esmaltes!

O que será que Christina usa? E a Joan?

Para Cristina:

 cores super taurinas: Affinite, em tons nude, da Bourjois


os tons café e chocolate da coleção outono-inverno 2010 da Impala

A coleção outono-inverno 2010 da Big universo pode ser dividida irmamente: os das extremidades para Christina, os do meio para a escorpiana Joan.

Para Joan:


Couture Grey 379 e Red Purple 316, da coleção The Power of Elegance, da Art Deco


 O aguardadíssimo e já bastante cobiçado Santo Luxo, da Impala.



Lindos!  

Santo luxo, hein Christina?
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domingo, 7 de março de 2010

Fui ver Alice nel paese delle meraviglie...

Em 3D e dublado em italiano. Todos os filmes são dublados por aqui. Estranho, né? Gostei muito, gosto muito das inúmeras simbologias dessa história do Lewis Carroll. (clique no link e leia a história). Lembro de quando trabalhamos ele na universidade, na disciplina de Literatura infanto-juvenil. Tem muitas leituras que podem ser feitas ali e, por isso mesmo, a estória dialoga com todas as idades. Agora, o filme gerou muita expectativa nas pessoas e talvez ele não tenha conseguido estar à altura delas. Mas eu curti muito, muito mesmo.Vejam o filme e leiam também o livro. Recomendo muito!

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sexta-feira, 5 de março de 2010

Mutum quer dizer mudo



Filme inspirado na novela “Campo Geral” do Corpo de Baile de João Guimarães Rosa, o patrono deste blog. “Mutum” é o nome de um lugar isolado no “sertão” de Minas, onde vivem Thiago e sua familia. Thiago tem apenas dez anos e junto ao irmão Felipe, seu único amigo, deve enfrentar improvisamente a violência, os perigos e os silêncios do mundo dos adultos. Campo Geral é uma das 7 novelas que compõem o Corpo de Baile rosiano, uma das mais belas e emocionantes, na minha opinião. Este é um conto dedicado ao Sol. As 7 novelas do corpo de Baile têm correspondência como os 7 planetas da Astrologia Clássica. Quem quiser ler mais sobre isso, tem um artigo meu na Revista Mafuá da UFSC intitulado Recado Astrológico: o Baile de Guimarães Rosa.

Em português, com legendas em inglês, Hoje às 19:30 no Ibrit. Ingresso gratuito.
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domingo, 30 de novembro de 2008

Dia de Sol cor-de-gelo

Dica de filme para o domingão, dia de Sol, dia de brincar: Azur e Asmar

Aqui no norte, no entanto, não tem Sol. Lá fora: cinza, branco e frio. A Lua em Capricórnio deve estar realizada com os tons de gelo da paisagem do dia. Agora, isso não quer dizer que não a gente não possa se divertir um pouquinho, né? Quietinhos em casa, vendo filme, dá para descansar a cabeça e o corpo da correria da semana, recarregar as baterias e cultivar alegria interna, ao mesmo tempo. Assim, a gente satisfaz a Lua do dia e o dia de Sol.

Ah, não esquece a pipoca!

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sábado, 22 de novembro de 2008

Iluminação e amor romântico

O Sol chegou no Sagitário e a Lua está em Libra. Resultado: grandes ideais e aspirações mais amor romântico.

A combinação do Baile no Céu me lembrou a célebre ópera de Mozart, A Flauta Mágica. Uma belíssima história de iniciação dos amantes que se põem a caminho, movidos pelo amor.

Fica aí a dica de filme para o final de semana!

Acima, o trailer A Flauta Mágica de Kenneth Branagh.

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sábado, 13 de outubro de 2007

La vie en Rose

Esta semana assisti ao filme La vie en rose, filme esse que conta a história da vida da mais famosa cantora francesa: Edith Piaf.

Não contarei nada aqui sobre o filme, pois recomendo que vejam, óbvio. Agora, depois de assisti-lo, não me aguentei e fui pesquisar o mapa da Edith Piaf na internet. De cara já deu para entender por que ela teve uma vida tão desafortunada, com acontecimentos tão drásticos.

Edith nasceu às 5 da manhã do dia 19 de dezembro de 1915, em Paris. Sagitariana com ascendente em Escorpião e com Plutão, regente do ascendente, na casa 8, a casa natural dele - ou seja das crises, das mortes, da sexualidade e de tudo aquilo que está oculto. Saturno também estava ali. E parece que Edith Piaf teve que lidar a vida inteira com uma série de crises e perdas.

Olha mapa dela aí:



Mapa feito no site do Astro


Cito aqui três grandes acontecimentos bem escorpianinos na vida da "Pequena Piaf":

1- Quando pequena viveu entre a miséria de um bairro pobre de Paris - com a mãe que cantava na rua- e o bordel da avó. Assim, Edith viveu por um tempo na rua e também com uma série de prostitutas, assistindo toda a movimentação de um bordel.

2- Perdeu sua filha Danielle que tinha apenas dois anos de idade, vitimada pela Meningite.

3-Perdeu o amor da sua vida, Marcel, num acidente aéreo.

Mais escorpianno impossível né? pois ainda tem mais: Edith ainda passou por vários acidentes na estrada, teve coma hepática, passou por uma série de intervenções cirúrgicas, usava drogas e tentou o sucídio uma vez.

Dizem que a cantora jamais se recuperou da perda de Marcel e que foi a partir daí que começou a ter sérios problemas de artrite e seu corpo começou a curvar. Na mandala astrológia a casa 3, a casa natural de Gêmeos, e a casa 9, a de Sagitário, são o eixo do conhecimento e também do movimento. Se alguém não consegue mais ter uma visão (Sagitário) para a própria vida, o corpo pode limitar os seus movimentos mais imediatos (Gêmeos).

Mas a grande cantora que ficou conhecida no início da sua carreira como " a pequena Piaf" ( Meio do Céu em Virgem) tinha o Sol, Mercúrio e Vênus na casa de Touro, o primeiro em Sagitário como já disse e os dois últimos em Capricórnio.

A sua voz podia passar improvisamente dos tons ásperos e agresivos (Capricórnio combinado com o ascendente em Escorpião) aos tons mais doces da face da terra (Touro). Edith tinha ainda Júpiter em Peixes, signo que rege a música, na casa da família, ou seja de uma certa forma, entre o caos e o milagre Edith herdou esse dom musical. Dom esse que se concretizava com os três planetas pessoais (Sol, Mercúrio e Vênus) na casa de Touro, signo que rege a garganta, o pescoço e a voz.

Além disso, Edith foi a cantora cujas canções anteciparam o senso de rebelião típico de diversos intelectuais da época, entre eles, o escritor Albert Camus. Edith tinha Urano em Aquário na casa 3, a casa dos escritos, da linguagem.

E, em muitos casos, era ela mesma a autora dos textos e das canções que magistralmente interpretava. Ela tinha Netuno e Marte em Leão, o signo do brilho, da expressão, do teatro, das artes expressivas, enfim. E Netuno estava nos primeiros graus de Leão quando ela nasceu, marcando posteriormente um periodo em que começaram a surgir as grandes estrelas do mundo artístico e a idealização da fama. No entanto, com o Meio do Céu em Virgem, Edith era uma mulher simples que sempre escolhia os vestidos mais discretos para as suas apresentações. E o que mais chamava atenção eram suas mãos. Fora os momentos em que cantava e emocionava a todos com a sua voz tremenda, Edith não se assemelhava em nada a uma diva.

A sagitariana com Lua em Gêmeos era dona ainda de um senso de humor sarcástico e travesso.

Segundo a Wikipdia, durante a segunda guerra mundial, Piaf era contra a invasão alemã e se exibía nos campos militares e nos campos de concentração para prisioneiros de guerra. Foi naquele período (1944) que conheceu e se apaixonou por Yves Montand, cantou com ele no Moulin Rouge, mas assim que ele começou a ficar famoso o romance terminou. Em 1946 escreveu as palavras da canção que no pós guerra se tranformou para os franceses no hino do retorno à vida: La vie en rose!





No dia da sua morte, 11 de outubro de 1963, Plutão em trânsito fazia uma conjunção exata a seu Meio do Céu em Virgem. Morria uma das maiores vozes que o mundo conheceu.
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terça-feira, 5 de junho de 2007

Forrest Gump: Um sensível contador de histórias nas asas de um tênis Nike

É, eu sei, o filme saiu há mais de dez anos. O que falar sobre ele que já não foi dito? Explico. Eu vi esse filme aos 17 anos. Algumas primaveras se passaram! Quando assisti amei, chorei e me emocionei muito, mas depois disso nunca mais o revi. Aí na noite de sábado passado, quando meus planos de sair naufragaram numa incessante chuva que caia lá fora, deu a chamada de Forrest Gump na TV italiana. Dublado (céus!). Tá, vamos lá, comecei a ver, afinal de contas é sempre mais uma oportunidade de exercitar o entendimento da língua. No entanto, foi bem mais que isso. Comecei a ver muitas coisas que não tinha visto aos 17 anos e dei razão ao Roberto Freire, mais uma vez, por ele ter dito que “a leitura do mundo precede a leitura da palavra”. Certamente aos 17 anos meu “horizonte de expectativas” não poderia alcançar tudo o que o filme oferece. Na verdade, ainda hoje não o é, e é justamente por isso que o filme é bom e que vale a pena ainda falar sobre ele.

A crítica, no entanto, não foi de todo positiva. O pólo Forrest e Jenny não foi visto com bons olhos. Forrest com seu QI abaixo da média e obediente às autoridades, que se deu bem, versus Jenny, um caráter “aparentemente” forte e rebelde, mas que a despeito disso sempre precisou da ajuda de Forrest e se "deu mal". Há aqui uma possível crítica do autor ao americano medíocre que se transforma em herói. Talvez seja possível ver a coisa por aí. Talvez. Mas, felizmente, os autores não controlam as suas obras depois que elas nascem. É possivel ver tantas outras coisas que, aos meus olhos, esse prisma perdeu a importância. Por isso, eu me uno mais uma vez ao público “ingênuo” que amou o filme e o viu como uma jornada heróica de Forrest.

Como vocês sabem, Forrest e Jenny se conheceram no ônibus escolar, e ele só pôde seguir viagem porque Jenny deixou ele sentar ao lado dela. Foi Jenny quem possibilitou a continuidade da história e deu o passe de Forrest no ônibus. Ali nasceu a amizade dos dois. Eles cresceram juntos e, quando chegou a vida adulta, ambos seguiram rumos muito diversos, embora complementares. O filme mostra os acontecimentos por eles vividos com o pano de fundo de 30 anos de história americana, começando pelo problema da discriminação racial, passando pela Guerra do Vietna, ao assassinato do Presidente Kennedy, até chegar nos anos 80.

Jenny, na narrativa, nos mostra o movimento hippie. No entanto, no caso dela, o amor livre se converte em relacionamentos violentos – possivelmente um reflexo da relação de abuso que teve com o pai que fica subtendida no filme – os ideais de paz e amor em fanatismo daqueles que a cercam e a tentativa de ampliar a mente em vício. Nos anos 70, Jenny está nas pistas da “disco” e a drogadição se agrava. Da maconha ela passa a cocaína. Chega a se prostituir e passa por algumas tentativas frustradas de suicídio. Nos anos 80 Jenny é outra. Quase uma “careta”. Trabalha de garçonete, tem um filho e não usa mais drogas. Mas Jenny ficou com uma herança da geração do amor livre, o vírus HIV.

A história de Forrest começa bem problemática: QI abaixo da média e sérios problemas de coluna. Porém, Forrest tem os cuidados e o amor da mãe e, desde pequeno, ensinado por ela, aprende a focar. “Mamma diceva sempre: La vita è uguale a una scatola di cioccolatini, non sai mai quello che ti capiterà”. ( Mamãe dizia sempre: A vida e como uma caixa de bombons, tu não sabes nunca aquilo que a ti está destinado/sucederá)

Forrest dribla seu problema de QI com a habilidade que adquire em correr, quando na volta da escola, junto de Jenny, ele é perseguido por alguns colegas. Incitado por ela a correr, na ocasião ele se livra dos ferros na perna e passa a correr mais que as bicicletas. Assim como Vulcano, Forrest tinha um andar claudicante e desengonçado. Ele deixa pra trás os ferros e adquire a mobilidade e a agilidade de Mercúrio, mas isso porque corre focado em somente correr. Italo Calvino, na sua segunda lição americana, a Rapidez, diz que Mercúrio e Vulcano se complementam. Ambos são descendentes de deuses, Mercúrio descende de Urano e Vulcano de Saturno. “Mercúrio e Vulcano portano ognuno il ricordo d'uno degli oscuri regni primordiali, trasformando ciò che era malattia distruttiva in qualità positiva: sintonia e focalità"( Mercúrio e Vulcano portam consigo a recordação de um dos mais obscuros reinos primordiais, tranformando o que era doença destrutiva em qualidade positiviva: sintonia e foco). Foi isso que Forrest fez a partir dali. O problema de coluna sumiu. Coluna e ossos são assuntos do Sr. Saturno, não é mesmo? Quando corria no campo da universidade, nas partidas de futebol americano, ele não pensava em mais nada além de correr. Com seu QI abaixo da média, Forrest se formou levado pelos pés velozes de Mercúrio e pelo foco de Vulcano. Quando salvou muitos dos seus companheiros no Vietnã, o foco dele era salvar Buba, seu grande amigo. Quando aprendeu ping pong no hospital depois de retornar da guerra, uniu novamente as qualidades de movimento e destreza de Mercúrio com o foco de Vulcano. Na cena, ele chega a dizer que aprendeu o jogo só focando e acompanhando o movimento da bolinha branca. Foi assim que ele se tornou um campeão de ping pong. Forrest, a despeito do seu QI abaixo do "normal" é Gêmeos e Virgem, Mercúrio e Vulcano, mobilidade e foco, participação no mundo e concentração construtiva.

A complementaridade de Mercúrio e Vulcano não para por aí, se dá também na narrativa em si, pois Forrest está sentado no banco, esperando o ônibus para reencontrar aquela que sempre foi o seu foco, e também o fio condutor da narrativa, Jenny. Ele conta a sua história aos que ali se sentam, assim como Dante nos conta sua descida ao inferno à procura de Beatriz, Forrest nos conta a busca da sua amada, da sua ânima, da condutora da sua alma e da história que ouvimos. Ele corre o mundo depois de ser deixado por Jenny. Sem saber pra onde, sem foco ele passa a correr sem saber bem o porquê e para quê, mas durante esse percurso ele se dá conta que só pensa na sua amada Jenny e assim ele retoma o foco da narrativa. Nas asas do seu tênis Nike, presente de Jenny, e segundo ele, o melhor presente que alguém poderia receber, Forrest conhece coisas, mantém a mobilidade e a destreza e vive outras aventuras. As metamorfoses de Forrest impressionam, pois ele passa de universitário jogador de futebol americano a soldado, depois a pescador e, por último, a jardineiro investidor da Apple.

Além disso, o filme Forrest Gump tem um ingrediente que sempre deu certo, o mesmo usado nas narrativas orais tradicionais: as formas simples! O narrador não se prende aos detalhes, ao contrário, os negligencia, deixando que o público os imagine. O narrador narra a sua seqüência de eventos de modo veloz e conciso, mantendo o ritmo da narrativa. O peso dos acontecimentos exibidos se contrapõe à leveza que o narrador dá a ela: leveza e movimento retratados na sensibilidade do narrador simbolizada pela pluma que surge ao início e ao final do filme, que vem voando e acaba por cair dentro da pasta de Forrest. No final, Forrest atinge o almejado: a sua Jenny, seu filho e sua narrativa, tudo isso com seus pés alados, sua paciência e com o ingrediente necessário a qualquer coisa nessa vida: amor!
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