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sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Venerdì, reencantamento

Bom dia, bailarinos!



Hoje é sexta-feira, dia de Venus, evviva! E a Lua segue na Libra, embelezando o nosso dia. Hoje dê-se um pouco de beleza. Ou muita se preferir, porque beleza nunca é demais, né? E hoje é dia de se reencantar-se com a vida.

Ontem, antes de ir dar aula, entrei numa livraria na Osvaldo e fiquei me deliciando com os livros. E me dei conta, pela enésima vez, que a Literatura pra mim é uma das beleza mais altas que existem. Na Literatura pode-se ver tudo, todos os enredos. Com a Literatura eu oro e faço terapia. Livros já mudaram e continuam mudando a minha vida. As histórias curam.

A propósito, já viram este filme?



E o que vocês estão lendo, hein? Contem aí, vai? Hoje eu estou afim de papear ainda mais com vocês. Eu, aqui, ando me enrolando com Feria D'Agosto de Cesare Pavese, um escritor italiano que fala do passado, da infância e das paisagens piemonteses (região onde eu morava na Itália) com muito lirismo e encantamento. Tô lendo devagar, não porque o livro não seja bom, mas por pura falta de tempo mesmo.

Mas voltando, o dia está assim... lírico. A Lua em Libra casa com Marte, e os dois fazem trígono com Netuno. Ontem, enquanto fazia esporte de rua, delirei com os aromas, as cores e os cantos da primavera. A beleza faz a gente sonhar. E, ó,  de uma coisa eu tenho certeza nessa vida: a gente sonha tudo que existe, a gente cria à nossa volta aquilo que acredita. Claro que o sonho contém muito de ilusão. Mas ao mesmo tempo é ele, o sonho, que plasma novos mundos.

E só vive de verdade quem tem a coragem de atravessar o mar. Os mares de si mesmo. Quem se inventa e reinventa. Quem tem a capacidade de reencantar o próprio mundo. Quem se metamorfoseia e ora é lagarta, ora é borboleta.

Buon venerdì!

32 commenti:

kris on 10 de setembro de 2010 13:24 disse...

Dani, estou envolvida com o Doutor Passavento, do Vila Matas. Livro que chegou num período de fascínio pela Casa 12. Estava bem assustada com alguns aspectos do meu Marte em aquário, na 12...E o livro fala do desejo de desaparecer... Sumir sem morrer...Se isolar do mundo para seguir existindo. Desde muito cedo, nas minhas brincadeiras de criança, meu poder de super-heroi-de-brinquedo sempre tinha algo a ver com isso...
Ficar muito pequena, para entrar nas moléculas sei lá do que, ficar invisível, me teletransportar para outros mundos... Todos poderes que envolvem o desaparecimento...
O legal do livro é que o personagem que deseja o desaparecimento é um escritor famoso, reconhecido e feliz com a sua obra. Não é frustrado ou decepcionado. É uma viagem por outras identidades também, já que ele passa a ser outra pessoa, se dá ao luxo de "existir" em outra história. Descobri com ele que o EXISTIR é um jogo de luz e sombra em que até para sumir é preciso ESTAR em algum lugar.

Maria Aguiar on 10 de setembro de 2010 13:27 disse...

Dani, leio tanta coisa ao mesmo tempo, rsrsrs mas tem um livro que não sai da minha mesa de cabeceira que tem a ver com a Lua de hoje...
A Fúria da Beleza - Elisa Lucinda
cada poesia, recomendo!
Beijos querida, bom final de semana!!!!

Aline on 10 de setembro de 2010 13:37 disse...

Oi, linda!

Post inspiradíssimo, hein? É que com um dia desses não dá pra fazer diferente, não é mesmo? Como é deliciosa a primavera! Ai, ai...
Eu também ando com pouco tempo, mas estou devorando "A tenda vermelha", de Anita Diamant. Lindo, lindo! Fala sobre as mulheres bíblicas, em um resumo bem resumido. ;-) Em épocas de conexão com o feminino, com a Deusa, com o meu florescer interior essas leituras tem me interessado muito e acabam "chegando" até mim de uma forma ou outra. O Universo nos traz o que estamos dispostos a rebecer, vero?
Beijos e uma sexta-feira florida pra ti,
Aline

Sandro Gomes on 10 de setembro de 2010 13:48 disse...

Dani,

Eu estou lendo como prato principal "Se eu morrer telefone para o céu" do José Cândido de Carvalho. Um escritor pouco valorizado, mas muito bom e suas estórias são demais. E pra acompanhar comecei "Estrela da vida inteira" do Manuel Bandeira e continuo com a "Poesia reunida" da Martha Medeiros, tua conterrânea. É Júpiter que voltou pra Peixes e expande meu desejos de literatura!

Abçs

Marcelo Cortimiglia on 10 de setembro de 2010 15:04 disse...

Daniela, o Doutor Passavento da Kris me lembrou um dos argumentos de um livro que tu comentou comigo tempos atras: Il fu Mattia Pascal, do Pirandello. Nao li, entao nao sei se estou falando bobagem. Estou?

Michelle Matta on 10 de setembro de 2010 15:06 disse...

Bom dia Dani das estrelas! Que post lindo pro dia do meu aniversário! O dia tá encantador..
Estou lendo o livro 1984 de George orwel.. e acabei decidindo passar meu niver aqui no Brasil mesmo, ganhando dos céus um asc. em cancêr na casa 3, lua que é o regente do meu ano em libra na casa 4 e como eu não poderia deixar de falar em vênus, esse ano está em escorpião na casa 4 harmonizando com marte, plutão e netuno.

bjussss

Gisela on 10 de setembro de 2010 16:57 disse...

Todo dia essa menina acorda poeta, gente. Que prazer é acordar é ler esse blog! A benção, dona Dani. ;-)

ps-grande: ontem eu fui almoçar com um amigo. Aí resolvi andar pela Lagoa e fiquei triste por ver meu Rio abandonado. Mas continuei meu rumo. Todo mundo de carro, com medo. Aí cheguei em Ipanema e fui assistir ao filme "Le Dernier pour la route" no cinema. Aí saí meio "grogue querendo ficar sóbria" (o filme é sobre alcoolismo), aí entro naquele mundo da Livraria da Travessa e tá lá o Chacal, poeta autografando seu livro. Delícia... Esse é o Rio-zona sul. Ai, desculpem aí, gentem.. Tô meio bairrista hoje. hehehe

Gisela on 10 de setembro de 2010 16:58 disse...

Aliás, tenho certeza absoluta de que a "culpa" é de Júpiter (regende da minha casa 4, onde está Netuno) retrógrado em Peixes na 7. Tô certa, num tô, professsora? ;-) Tô aprendendo simbolismo.

Daniela Scheifler on 10 de setembro de 2010 18:44 disse...

Maria, adorei o título.

Kris, que coisa mais linda esse teu relato. O Marcelo tem razão, o livro do 'Il Fu Mattia Pasca'l é a história de um cara que queria sumir, desconfigurar os papeis impostos pela sociedade e pelas pessoas. Mas é um romance pirandeliano, que mexe muito com a esquizofrenia. a casa 12 é dos bastidores, é um existir sem holofotes, mas é preciso alguém pra estar atrás das cortinas, né?

Amore, você acertou em cheio :*

Daniela Scheifler on 10 de setembro de 2010 18:47 disse...

Michelle,

Feliz aniversário, querida! Que o ano te seja doce, um doce retorno ao lar. Não li esse livro, mas vi uma ópera inspirada nele, no Scala di Milano. Maravilhoso e muito fuerte :-)

beijos e um ano maravilhoso pra ti!

Daniela Scheifler on 10 de setembro de 2010 18:50 disse...

Aline, com certeza os livros são mensageiros :-)

Gi, que lindo. Com certeza a terra natal tem algo de sonho e muito mar. Tá certíssima! :-) e que lugar melhor que o rio para isso, hein?

beijos netunados em todos!

Sandro Gomes on 10 de setembro de 2010 18:53 disse...

Ê, Gisela, bairrista sou que sou tijucano e não conheço cenário mais bonito que as serranias da Tijuca... Me inspira... E coincidência, ontem além do livro do Manuel Bandeira, chegou-me o "Belvedere" do Chacal, que está devidamente engatilhado para ser lido em breve. Meu arsenal literário está em expansão graças a Júpiter.

Daniela Scheifler on 10 de setembro de 2010 18:55 disse...

Sandro, que delícia! Não li nenhum desses que vocÊ falou, mas quando voltar às livrarias, ficarei de olho. Evviva, Júpiter!

Daniela Scheifler on 10 de setembro de 2010 18:57 disse...

Falando em Júpiter, os livros nos fazem viajer meeesmo, né? :-)

Sandro Gomes on 10 de setembro de 2010 20:27 disse...

Sem dúvida, Dani.

Gisela on 10 de setembro de 2010 20:47 disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Gisela on 10 de setembro de 2010 20:51 disse...

Pois é, Sandro, por um acaso da vida tive vários amigos na Tijuca, vi uns 20 apartamentos (em Vila Isabel vi dois (tá caro e inflacionado como todo o Rio - filho de pecuarista do interior se Sampa vem pra cá estudar é isso que dá! hehe), me perco toda hora nas ruas, dei aulas durante 4 meses no Clube Municipal (R. Hadock Lobo) e infelizmente continuo não suportando ir até a Tijuca. Para mim é um martírio. Como "carioca zona sul", tentei abandonar o preconceito, mas as minhas experiências em vários bairros do Rio são infelize. As minhas experiências de "ficadas/affairs" na Tijuca foram boas. hehehe

Veja que assumi meu "bairrismo", até porque acho que todos os brasileiros e as pessoas do mundo são assim apesar de raramente isso vir à tona. Tem pernambucano com blog que só faz post de "como Olinda é linda e Recife maravilhoso" e aí quando eu fazia alguma coisa e falava algo sobre a minha cidade natal, pronto: era eu a chata.

Se eu pudesse agorinha: me mandaria para o sul ou não sairia de Ipanema nem Leblon pra nada. Sinceramente. ;-0 Vou mentir porque?

E aí, como é esse livro do Chacal? Conte-me! Conte-me mais!

Gisela on 10 de setembro de 2010 20:55 disse...

Verdade seja dita: a "belle époque" da minha avó passou e não volta nunca mais! Podem anunciar revitalização do Morro da Conceição (onde meu pai nasceu/colônia de imigrantes portugueses e espanhóis) mas mesmo assim eu vou continuar preferindo Ipanema-Leblon. Falo para quem quiser ouvir. Antigamente, eu ficava meio assim sem graça de assumir. Hoje assumo na boa, porque tenho de circular por lugares que não gosto/odeio e preciso procurar apartamentos onde não suporto e onde me sinto mal, por isso agora eu falo mesmo. Deus tem ouvidos. ;-)))

Sandro Gomes on 10 de setembro de 2010 23:18 disse...

É, Gisela, a cidade do Rio são múltiplas cidades como diz a música da Fernanda Abreu. Eu, modéstia às favas, já morei em muitas cidades do Brasil (e dentro em pouco vou para Brasília, mais uma vez!)e em vários bairros do Rio (Sampaio, Irajá, Maracanã, Tijuca, Gávea, Botafogo, e atualmente na periferia da Tijuca: no Andaraí!), mas a Tijuca me encanta demais, por mais cheia de defeitos que tenha (e como tem!).

Acho a zona sul superlegal para a arte, a cultura, e vivia infurnado nos cinemas e livrarias de Botafogo, mas quando contemplo o Maciço da Tijuca, quando ando pela Floresta ou pelas ruas antigas com seus casarões me emociono. É coisa de canceriano bem sei, porém me vitaliza e inspira. A geografia do bairro me inspira veredas rosianas no avesso do urbano...

Mas não se perca, o metrô já liga Ipanema à Tijuca, e se fizer a integração, vai até o restaurante do Otto na rua Uruguai que tem boa comida alemã e excelentes cachaças de todos os lugares do Brasil. Recomendo!

O livro do Chacal - "Belvedere" - está na fila de espera, quando terminar partilho aqui.

Ei, Dani, acho que me alonguei, mas me desculpo com um poeminha de minha de lavra:


O rio Maracanã corre para a Guanabara.
E os tijucanos,
para a Barra.
E eu para o Guanabara.
O leite acabou, e o dinheiro também.


Abçs

Gisela on 11 de setembro de 2010 03:50 disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Gisela on 11 de setembro de 2010 03:57 disse...

Sandro, aguentaste minhas palavras contra a amada Tijuca.. ;-))) Você é uma simpatia e tá anotadíssima a recomendação sobre o restaurante. Alemão então pega nas minhas raízes de avó e bisa maternas! Se você soubesse das outras, ficaria estupefato com tanto lugar que eu tenho vontade de conhecer por conta disso. Fora outros que já conheci. Beijão!

ps: não tenho nada de alemã na aparência. É uma baita mistura com norte do Brasil, Portugal/Cabral e judeu franco-suíço junto.
;-)

Daniela Scheifler on 11 de setembro de 2010 16:43 disse...

Queridos,

Eu tô amando viajar pelo Rio com vocÊs :-)

Sandro, gostei da poesia 'real-concreta'.

Sandro Gomes on 11 de setembro de 2010 18:54 disse...

Obrigado, Dani. A minha forja poética anda parada enquanto aproveito esses tempos virginianos para arrumar minhas tranqueiras e afins sem esquecer meu baú de espantos e meu sapato florido. Como diria o Quintana: preparativos de viagem pela porta giratória da vida. É a Lua em Scorpio passando pela Nona...

Então mais dicas pra ti e pra Gisela. Chegando na Tijuca dê uma esticada até a matriz do "Bar do Adão" no Grajaú, o melhor pastel da cidade! E se quiserem um bela vista da Tijuca, precisam ir ao morrinho da igreja de santo Antônio, em Vila Isabel (terra do Noel). Fui!

Gisela on 12 de setembro de 2010 04:27 disse...

Outro "poeta gentileza" para nos brindar! Estamos todos bem acompanhados nesse blog. ;-) Sandro, eu já ouvi falar do Bar do Adão e se não me engano minha amiga que teve dois namorados tijucanos (e me arrastava para aí) e hoje é casada e mora em Vila Isabel já me levou para comer esse pastel. Eu realmente gosto de lugares fechados e bem limpinhos. hehe Mas como essa minha amiga toma muito chope, ela só queria saber de lugar barato. E esses no Rio... sacumé, né. Sou paulista na verdade. Acho que Deus errou a mão. ;-))))

Quando fui ver apê na Vila, o moço do ônibus integração me deixou fazer viagem de graça porque meu cartão não valia lá. E no caminho me contou a história do bairro e disse ele que o jogo do bicho nasceu lá. Saltei perto de uma igreja.

Bem, meus programas preferidos na "minha cidade" são/sem ordem de preferência e tudo misturado:

- água de coco na orla de Ipanema ou na Pista Claudio Coutinho/Pão de Açúcar.

- jazz/blues na Lagoa

- cineminha e caminhar pela Visconde de Pirajá, sozinha nostálgica ou acompanhada amando/brigando também vale! ;-0

- Dias Ferreira no Leblon e alguns restaurantes

- centro da cidade e seus cafés, e roupas.

- sebos em Copacabana e no centro

- igrejinha no Flamengo

- Mosteiro São Bento

- concerto e balés no Municipal

- Paço Imperial

- Milongas/tango (nunca fui) no Arlequim, livraria do Paço

- CCBB

E em breve estarei adentrando na Rua do Acre para subir um pouco e visitar o berço do meu pai de quem sinto muitas saudades: Morro da Conceição

Agora eu preciso pedir um dindim à prefeitura, às redes hoteleiras por fazer uma "pub". ;-0 hehehe

ps: sei que tem um bolinho de arroz com feijão na Pça da Bandeira! Viu como eu sei!?
;-)) Beijo procês tijucanos e porto-alegrenses

ps2: Dani, a mãe de um dos meus alunos é gauchíssima. Hoje bati um papo com a mãe dela que mora aí.

Gisela on 12 de setembro de 2010 04:30 disse...

Ah! Não posso esquecer de restaurantes em Santa Teresa e Lapa para dançar, porque odeioficar na rua na sujeirada. Falo a verdade. Que não venha nenhum carioca me encher. ;-0 E as lojinhas e feiras de antuiguidade!! Tem que ir na Granado também! Aumentaram a loja do centro. É de sair embasbacada.

Gisela on 12 de setembro de 2010 04:31 disse...

Dani, fale daí. Eu enchi a véinha de perguntas hoje. ;-))

Daniela Scheifler on 12 de setembro de 2010 15:51 disse...

Eu tô adorando essa Viagem ao Rio :-)
Por aqui, adoro:

- Brique da Redenção no domingo e caminhada na redenção em qualquer dia da semana. A redenção é um pulmão em meio ao centro de Porto Alegre.

- Fazer um lanchinho na Maomé

- Passear pelos sebos do Bom Fim e do centro

- Ver o põr-do-sol do gasômetro, no morro da Pamecor ou em Ipanema.

- Aperitivo e MPB no Bar do Nito

- Café Absoluto no Bom Fim

- Sarau literário e festas do Ocidente (ainda não fui desde que cheguei)

- Passar a tarde dentro da Palavraria (livraria e café)

- Ir no Galpão Crioulo comer churrasco no domingo.

- Para noitadas estilo patricinha, os Bares da Padre Chagas.

- Pizzaria Bella Morano na Lucas, a única pizza verdadeiramente em estilo italiano.

- Os brechós do Bom Fim

- Fazer compras no Iguatemi

e teria ainda tanto pra dizer , se lembrar eu conto.

beijos

Gisela on 12 de setembro de 2010 16:41 disse...

Guria, tu é a gaúcha mais modesta que eu conheci até hoje! E olha que eu conheci e fiz muita amizade pessoalmente e pela internet. ;-) Gosto de ver as pessoas falando de coisas boas dos lugares onde moram, onde nasceram porque essa é a melhor forma de eu não ser apenas uma turista quando resolver visitar POA ou outro lugar que não conheço. Tenho vááárias fotos dos meus pais pelo Brasil todo. E minha mãe: uma pose para cada lugar. ;-) Vou ver no Google sobre esses lugares. Bjs

Gisela on 12 de setembro de 2010 16:47 disse...

Gente, eu sempre fui louca para provar churrasco gaúcho mas no próprio lugar, claro. E aí eu não sabia que "fogo de chão", além de nome de churrascaria famosa era uma forma de fazer churrasco. Caramba...

O Café Absoluto me pareceu suntuoso. Colorido, chique. Gostei.

Estou vendo os brechós agora. Valeu pelas dicas. Não sei quando poderei viajar novamente, mas... fica anotado

Daniela Scheifler on 12 de setembro de 2010 21:41 disse...

O Café Absoluto está sempre expondo obras de artistas. Ele é colorido sim. Suntuoso, não.

Gisela on 12 de setembro de 2010 22:25 disse...

É que na foto o contraste das cores com as cadeiras e "algum tecido" (não sei qual) me pareceu "uma coisa perto do conforto luxuoso", mas com ares de brechó. Não sei bem explicar o porquê. ;-)) Mas esse "conforto luxuoso" não foi pensando em "coisas caras" e sim convidativas que juntas formam um conjunto "suntuoso'. Muitas vezes eu me senti assim em locais não considerados sei lá.. um Plaza Athénée que hoje em dia nem é tão chique porque "americano de calça jeans e tênis" é dose.hehehe "Nois é pobre de borrrso mas tem berrço". Nem que seja o do olhar. ;-0

Gisela on 12 de setembro de 2010 22:34 disse...

Só para dar mais um exemplo. Não quero fazer publicidade de graça para essa loja, mas vou te mandar o link por email para você compreender o que me vem à cabeça quando penso na palavra "suntuoso". Uma junção de coisas que muitas vezes não passa pelos "reais gastos" ou pelo tamanho do espaço ou clientes. Um lugar inclusive que nunca fui mas a primeira vez que passei na frente fiquei encantada. Fecha às segundas, justamente um dos dias que eu circulava mais por esse bairro no Rio. ;-)

 

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